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Assista nesse link um interessante vídeo sobre o Poder Judiciário de nossa cidade.

Créditos: Dr.Pintassilvo

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Empresário Itauense cria aplicativo para evitar LER

Faça o download do programa  clicando na imagem acima

 

No LER é um aplicativo que ajuda a prevenir Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Criado por Douglas Martins, o aplicativo força o usuário fazer uma pausa periodica durante o uso do computador para executar uma série de exercícios de alongamento. O LER é uma doença relacionada ao trabalho, sendo causado por tarefas repetitivas, lesionando os sistemas músculo-esquelético e nervoso. Douglas conta que sofreu deste mal em 2001, o que causava muitas dores e inchaço nas mãos. À partir daí surgiu a ideia de criar um software para a prevenir o distúrbio. A primeira versão do No LER foi criada em 2003, inicialmente para uso próprio. O programa foi depois disponibilizado nos sites Superdownloads e Baixaki. Em novembro do ano passado, a versão do programa para o sistema iOS (sistema utilizado pelos iPhones e iPads), aumentando a popularidade do programa e expandindo-o para plataformas móveis. No LER tem versões em inglês e em português brasileiro, e vem sendo baixado por pessoas de várias partes do mundo: o programa teve mais 3,5 mil downloads para iPhone e mais de 13 mil para Windows.
DouglasDouglas Antônio Martins tem 34 anos e é dono da DAM Solutions, que presta serviços em manutenção de computadores e venda de Hardwares. Ele é formado em sistemas de informação, e desenvolveu muitos outros aplicativos, como o GDR (Gerenciamento de Dispositivos Removíveis), para  empresas como, por exemplo,  a Unilever, em Santa Catarina. Recetemente, o No LER ganhou destaque nos sites Tech Tudo (da rede globo.com) e INFO (da rede abril.com.br).

                Redes Sociais

 

Várias cidades já criaram grupos para discussão e manifestação de idéias  referentes aos problemas  existentes em cada uma delas e até problemas de nosso páis.

As discussões direcionadas as cidades preocupam grandemente as administrações municipais pois existem denúncias, comentários e idéias que são discutidas pelos mais diversos segmentos e pessoas de todas as idades que se manifestam e expõem seus pontos de vista.

A titulo de exemplo podemos citar o grupo criado na rede social facebook “fsim” (Falando Sério de Itaú de Minas) e o grupo “fsp” (Falando Sério de Pratápolis). Grupos esses que contam hoje com mais de 1500 membros cada um deles de todas as faixas etárias. Do  Falando Sério de Pratápolis, há quem diga que as autoridades locais “monitoram” o que é publicado diariamente na rede a respeito da cidade. Já em Itaú de Minas a coisa é mais séria, denúncias são feitas a cada dia e os comentários bastante sérios.

Para quem se interessa, os grupos são abertos para quem queira ler os posts mas fechados para publicações aos que não são membros.

Seus endereços são respectivamente grupo FSP - http://www.facebook.com/groups/falandoseriodepratapolis/    e o   FSIM - http://www.facebook.com/groups/falandoserioitaudeminas/

Ronaldo Sabino canta "NUM CANTO DE MINAS" em homenagem a nossa querida Pratápolis e seus "personagens históricos".

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 54ª Corrida Internacional de São Silvestre de Pratápolis/MG

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Ômega 3 ajuda a melhorar o desempenho do cérebro, diz estudo

UOL

Baixos níveis de ômega 3 no sangue foram associados a um menor volume cerebral e a pior performance em testes de acuidade mental, inclusive em pessoas com demência. A conclusão é de um estudo publicado na  “Neurology”.

Pesquisadores analisaram a presença de ácidos graxos nos glóbulos vermelhos e analisaram o cérebro de voluntários com exames de ressonância magnética.

“Suspeitamos que o ômega 3 reduz as doenças vasculares e também desacelera o envelhecimento do cérebro”, afirma Zaldy Tan, principal autor do estudo, que é professor de medicina da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

Nenhum dos participantes da pesquisa consumia  de ômega 3. Aqueles com maiores níveis eram os que mais consumiam peixes ricos nesse tipo de gordura.

Cientistas descobrem novas moléculas para tratar câncer

EFE

Uma equipe franco-italiana de cientistas descobriu uma nova família de moléculas que supostamente pode intervir no tratamento de vários tipos de câncer, especialmente o de pele e os tumores cerebrais, informou na última segunda-feira (27) o Centro Nacional francês de Pesquisas Científicas (CNRS).

Os especialistas identificaram, a partir de provas realizadas no laboratório, moléculas que bloqueiam a via de sinalização de Hedgehog, uma cadeia de complexas reações bioquímicas que está por trás de diferentes tipos de câncer.

Estas disfunções estão particularmente causadas por mutações na Smoothened, um receptor membranoso que permite a ativação do Hedgehog.

Até o momento, segundo a nota do CNRS, vários laboratórios farmacêuticos desenvolveram moléculas que são capazes de bloquear estas disfunções, mas as novas mutações em células tumorais no Smoothened são resistentes a estas moléculas.

A equipe de cientistas analisou bancos com um total de 500 mil moléculas informatizadas e, após modificar a estrutura de uma delas, encontrou uma nova família de compostos chamados MRT.

Depois de examiná-los, especialmente os MRT 83, os cientistas descobriram que os compostos conseguiam bloquear a proliferação de células suspeitas de originar tumores cerebrais, inclusive com uma capacidade maior do que as moléculas conhecidas até então.

Os resultados dessa pesquisa, desenvolvida pelo CNRS e a pela Universidade de Siena (Itália), serão publicados na  de medicina "Chemistry".

Andar lento pode prever Alzheimer em pessoas acima de 60 anos

BBC Brasil

A velocidade com que um indivíduo caminha pode dar pistas sobre a probabilidade do aparecimento de demência em um período mais avançado da vida, afirma um estudo conduzido por pesquisadores americanos.

Ainda segundo a equipe, as chances de um derrame também podem ser indicadas pela firmeza da empunhadura.

O estudo segue o  de outras pesquisas que também indicaram conclusões semelhantes.

Uma pesquisa publicada em 2009 no British Medical Journal observou uma "forte associação" entre caminhar lentamente e morrer de ataque cardíaco ou outros problemas cardíacos.

Mais recentemente, outro artigo no Journal of the American Medical Association sugeriu uma relação entre caminhar mais rápido após os 65 anos de idade e viver mais.

Na última pesquisa, coordenada pela especialista Erica Camargo, do Boston Medical Center, os pesquisadores registraram  do cérebro, a velocidade da caminhada e a firmeza da empunhadura de 2.410 pessoas com idade média de 62 anos de idade.

Ao cabo de onze anos, 34 haviam desenvolvido demência e 79 haviam tido um derrame.

Segundo os pesquisadores, as velocidades mais baixas de caminhada estavam relacionadas a um maior risco de demência, enquanto uma empunhadura mais forte coincidiu com chances mais baixas de derrame.

Camargo indicou que o estudo pode servir de base para testes simples para prever o risco de demência ou derrame, que podem ser feitos por médicos no próprio consultório.

"Precisamos de mais estudos para entender por que isto acontece, e para saber se alguma doença preexistente pode ter causado a lentidão da caminhada ou a diminuição da força física", afirmou.

Reações

As conclusões foram apresentadas no encontro anual da Academia de Neurologia e ainda precisam ser publicada sob o selo de uma  acadêmica, após a revisão da comunidade científica.

O estudo foi bem recebido por dois especialistas britânicos ouvidos pela BBC. Entretanto, ambos enfatizaram a necessidade de mais estudos para encontrar uma explicação para estas relações.

"Antes que as pessoas comecem a prestar atenção em um apertar de mãos ou a velocidade de cruzar a rua, precisamos de outras pesquisas para entender as razões e os fatores envolvidos", disse Anne Corbett, diretora de Pesquisas da organização britânica Alzheimer Society.

"A boa notícia é que há muitas que podem ser feitas para evitar o risco de desenvolver demência: adotar uma dieta equilibrada, não fumar, manter o peso, se exercitar regularmente e checar regularmente a pressão sanguínea o nível de colesterol."

Para Sharlin Ahmed, diretor da organização Stroke Association, para o estudo de derrames, se trata de um "estudo interessante", mas ainda são necessários mais dados.

"Cerca de um terço das pessoas que sofrem derrame ficam com algum tipo de sequela física, incluindo fraqueza nas mãos e dificuldades de andar. Mas é a primeira vez que vimos uma pesquisa que analisa a presença de sintomas relacionados antes de um derrame", afirmou.

"É um estudo interessante, mas precisamos de mais pesquisas antes de concluir que a força de uma empunhadura ou a velocidade de uma caminhada possam determinar os riscos de derrame."

 

Comer fritura aumenta risco de derrame em mulheres mais velhas

AFP

Mulheres mais velhas que consomem altas doses do tipo de gordura encontrado em frituras têm maior risco de sofrer derrames do que mulheres com uma dieta baseada em baixos índices de gordura, aponta uma pesquisa americana.

No entanto, o uso de aspirina pode reduzir o risco, afirmaram os pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, cujas descobertas foram publicadas nos Anais de Neurologia.

A informação veio de um grande estudo que analisou mulheres pós-menopausa e seu hábitos alimentares e incluiu mais de 87.000 mulheres com idades entre 50 e 79 anos que estavam com boa saúde na época dos estudos.

As mulheres que declararam ter uma dieta rica em gordura trans, ou seja 6,1 gramas por dia, apresentaram risco 39% maior de derrame devido à possibilidade de artérias bloqueadas do que as que consumiam 2,2 gramas diárias desse tipo de nutriente.

Os cientistas não encontraram nenhuma relação significativa entre o risco de derrame e a quantidade de outros tipos de gordura na dieta das mulheres, ou seu nível de colesterol.

Mas o uso de aspirina demonstrou uma redução das consequências do consumo de gordura trans para o risco de derrame, que atinge aproximadamente 800 mil pessoas nos Estados Unidos por ano e é a quarta maior causa de morte no país.

"Nossas descobertas confirmam que mulheres pós-menopausa com grande consumo de gordura trans aumentaram as chances de derrame, mas a utilização de aspirina diminuiu os efeitos adversos", afirmou o principal autor Ka He, da Faculdade de Saúde Pública da UCN.

"Recomendamos uma dieta pobre em gordura trans e o uso de aspirina para ajudar as mulheres a reduzir o risco da doença, especificamente após a menopausa".

A gordura trans está decaindo nos Estados Unidos devido a uma campanha de saúde pública e legislação que baniu seu uso em muitos restaurantes de fast food e no preparo de .

Mas ela não desapareceu completamente.

"Gorduras trans são raras na , mas comuns em comidas geradas por um processo chamado hidrogenação parcial, que é quando um óleo vegetal líquido é transformado em gordura sólida", explicou a diretora das iniciativas de saúde pública do Sistema Único de Saúde Judaica de North Shore-Long Island, em Nova York.

Copperman, que não tem envolvimento com a pesquisa, acrescentou que outros hábitos das mulheres que consumiam muita gordura trans também não eram saudáveis, como falta de atividade física, fumo, e alto índice de diabetes.

"Encorajar e apoiar as mulheres a terem hábitos alimentares que evitem a gordura trans e incluir no cotidiano gorduras saudáveis e atividade física são um grande passo para prevenir o derrame e outras doenças ligadas ao estilo de vida seguido", afirmou.

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Febre: sinal de infecção

Febre é o aumento da temperatura do nosso corpo a uma reação do aquecimento do centro térmico do organismo localizado no hipotálamo – estrutura que fica no centro do cérebro.

Quando a temperatura do corpo aumenta devido a determinados fatores, o cérebro recebe informações do organismo para corrigir este aumento de temperatura, visando sempre corrigir, identificar e procurar manter a temperatura normal e fisiológica para um bom funcionamento do corpo.

Quando há alta da temperatura corporal é porque houve uma reação no organismo. A febre é conseqüência da liberação de substancias químicas que são produzidas pela “luta” das células de defesa do sangue contra algum agente infeccioso que penetrou no organismo. Esta reação ao agente infeccioso faz com que haja um aquecimento no centro cerebral de controle da temperatura.

Assim que o centro cerebral de controle de temperatura – centro térmico - eleva-se, o organismo se aquece e isso pode ser identificado com a tomada da temperatura. É considerado febre quando os valores do termômetro chegam a 37,5°C ou acima disto.

Cuidados com a temperatura alta

A febre muito alta, acima de 39 e 39,5°C , pode ser danoso para o cérebro. O centro térmico apresenta um limite para este aumento elevado da temperatura.

Com a febre muito alta , a manifestação deste limite é o aparecimento de crises convulsivas (ataque de epilepsia - espasmos e movimentos involuntários do corpo com perda da consciência) que, se não tratadas a tempo, podem provocar danos.

O cérebro de alguns adultos e crianças não suportam febre alta, até mesmo abaixo de 39°C. É preciso ter muito cuidado, pois o limite de tolerância à febre é diferente de pessoa a pessoa.

Medidas para baixar a infecção

As pessoas podem tomar algumas medidas para abaixar o mais rápido possível a febre. No caso de crianças recém-nascidas e ou pequenas, pode-se dar banho de banheira com água quase fria com álcool – geralmente um copo americano.

Para as crianças maiores e adultos, são indicadas compressas de água embebidas em álcool e colocadas nas seguintes regiões: testa, pescoço, axilas , entre as pernas e aberta sobre o tórax.

Desta maneira a temperatura corporal vai abaixar rapidamente e os riscos de complicações cessam e mais tarde pode-se tomar as providências de ir ao médico. Estas medidas podem ser feitas sem risco nenhum para quem está com febre.

 

 

  

Hemominas precisa de doadores

 

O Hemominas (Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais) de Passos está pedindo a comunidade que se mobilize e se torne doadora de sangue. 

"Doe sangue, não doi e pode ajudar a salvar uma vida."

 

Remédio para câncer de próstata mostra boa sobrevida em estudo

Folha.com

Um novo remédio oral para câncer, com um inédito mecanismo de atuação, mostrou resultados animadores em pesquisa americana.

A fase final do estudo foi apresentada em um congresso de oncologia em San Francisco, nos EUA, em fevereiro.

Batizado temporariamente de MDV3100, o medicamento foi testado em cerca de 1.199 pacientes com câncer avançado que tiveram pouco sucesso com outras linhas de tratamento.

Segundo o oncologista Fernando Maluf, do Hospital São José, o remédio mostrou o maior ganho de sobrevida já visto: quase cinco meses em comparação com o grupo que recebeu placebo. Ele ainda reduziu as mortes em 37%.

O medicamento também conseguiu diminuir o ritmo de crescimento da doença e os níveis da proteína usada para diagnostir o câncer em 54% (no grupo-controle, essa redução foi de 1,5%).

Com os resultados, os cientistas pararam o estudo para que o grupo-controle também tivesse acesso à droga.

Diferentemente dos outros remédios disponíveis no mercado, a nova droga bloqueia a entrada de hormônios masculinos dentro da célula tumoral. Os hormônios alimentam o tumor, fazendo com que ele cresça.

"É como um porteiro que barra a entrada do ladrão --nesse caso, o remédio impede a ligação do hormônio a seu receptor", explica Maluf.

Os efeitos colaterais foram amenos e incluíram fadiga, diarreia e ondas de calor.

A droga ainda não foi aprovada nos EUA, mas o oncologista diz acreditar que ela seja lançada comercialmente em até um ano e meio. 

Ingerir 1 laranja por dia pode reduzir o risco de AVC em mulheres

UOL

As flavononas, nutrientes encontrados em laranjas e outras frutas cítricas, parecem reduzir o risco de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) em mulheres adultas. Esta é a constatação de pesquisadores da Universidade de East Anglia (Norwich, inglaterra), após analisarem informações nutricionais de aproximadamente 70 mil mulheres do Nurses Health Study (estudo de saúde das enfermeiras).Este estudo acompanhou estas mulheres por um período médio de 14 anos.

O AVCI é causado pela obstrução das artérias cerebrais, sendo uma das principais causas de morte em nosso país.As mulheres com os níveis mais altos de flavanonas em sua dieta apresentaram uma redução do risco relativo de um AVCI na ordem de 19%, quando comparadas com as mulheres que ingeriram menores quantidades de flavanonas. O benefício preventivo das frutas cítricas em relação ao AVCI não parece relacionar-se com a presença da vitamina C.

A maioria das flavanonas consumidas pelas mulheres do estudo foram provenientes de laranjas ou suco de laranja (63%), no entanto, comer a fruta inteira provavelmente seja a melhor maneira de aumentar o consumo de flavononas. "Devido ao maior teor de flavanonas das frutas cítricas, e também, o teor de açúcar dos sucos de frutas comerciais, recomendamos um aumento preferencial da ingestão das frutas cítricas", disse o Dr. Aedín Cassid, pesquisador principal do estudo.

As flavanonas são um dos seis tipos de flavonoides, os quais conferem inúmeros benefícios nutricionais e preventivos. Após a análise dos relatórios dietéticos fornecidos pelas participantes do estudo a cada quatro anos, os pesquisadores observaram grandes variações na ingestão de flavonoides: 97 até 761 mg por dia, em média.O chá foi o maior contribuinte para os níveis de flavanoides, seguido das maçãs, laranjas ou suco de laranja.Diferentemente das flavononas, a ingestão total de flavonoides não associou-se a uma redução do risco de AVCI.

Limão: alimento que cura e relaxa

Folha da Manhã

Tenha sempre um limão por perto. A fruta não serve apenas para fazer sucos e receitas deliciosas. Suas substâncias possuem vários efeitos curativos, sendo um remédio natural e extremamente benéfico no combate a diversos tipos de enfermidades, como azia, anemia, sinusite, dor de cabeça, hemorróidas, acne, entre muitas outras, além de atuar em no psicológico e emocional.

Alguns dos responsáveis por todos esses benefícios são uma rica  de vitamina C e uma substância chamada d-limoneno, um princípio ativo  na casca que ajuda no combate à ansiedade, à depressão, ao câncer, além de dissolver cálculos renais e desentupir artérias.

O limão possui, ainda, outras propriedades como o de adstringente, bactericida, fungicida, antibiótico, clareador e redutor da oleosidade da pele e do couro cabeludo, e também ajuda no tratamento de celulites e varizes, pois ativa a circulação periférica.

E não é só isso! Estudos comprovam que o fruto também ajuda a emagrecer, a baixar o colesterol, a desintoxicar e alcalinizar o sangue e a ativar o sistema imunológico.

 

Estudo sugere que qualidade do sono melhora com o avanço da idade

BBC Brasil

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos sugere que a qualidade do sono melhora com o avanço da idade, ao contrário do que se imaginava antes.

O estudo, do Centro para Sono e Neurobiologia Circadiana da Universidade de Pennsylvania, nos Estados Unidos, ouviu por  150 mil adultos.

Segundo os depoimentos, a não ser por um período por volta dos 40 anos, a qualidade do sono aumenta com o passar do . Os entrevistados na faixa dos 80 anos relataram a melhor qualidade de sono.

Michael Grandner, um dos cientistas que liderou a pesquisa, afirmou que a razão do estudo era levar as pessoas a repensarem o conceito sobre idade e baixa qualidade do sono.

"Estes resultados nos obrigam a repensar o que sabemos sobre sono entre pessoas mais velhas - homens e mulheres", disse.

O pesquisador sugere que é possível que pessoas mais velhas estejam dormindo mal, mas elas simplesmente se sentem bem a respeito do próprio sono.

"Mesmo se o sono entre os americanos mais velhos é, na verdade, pior do que em adultos jovens, a sensação em relação a isto melhora com a idade."

O estudo foi publicado na  especializada Sleep.

Equipamentos ou perguntas

Geralmente, universidades contam com equipamentos que podem avaliar a duração e o nível de perturbação do sono para estudos com voluntários. E os resultados obtidos com estes equipamentos nem sempre combinam com a opinião dos voluntários sobre a qualidade do sono.

A pesquisa da Universidade da Pennsylvania se concentrou em perguntas para pessoas selecionadas aleatoriamente. Além de perguntas sobre a qualidade do sono, os entrevistados também tiveram que responder sobre o estado geral de saúde, renda, nível educacional e raça.

Durante as entrevistas, os pesquisadores notaram que estar deprimido ou ter problemas de saúde são fatores ligados a um sono de baixa qualidade. No entanto, quando os cientistas ajustaram os resultados para compensar estes fatores, um padrão diferente surgiu.

As reclamações sobre sono ruim caíram à medida que a idade dos entrevistados avançava e o menor número de reclamações vinha de pessoas com mais de 70 anos.

A única exceção ocorreu entre pessoas na meia idade, quando foi registrada uma queda na qualidade do sono dos entrevistados.

Para Derk-Jan Dijk, professor de Sono e Fisiologia e diretor do Centro de Pesquisa do Sono de Surrey, na Grã-Bretanha, que não participou da pesquisa, o estudo americano é "interessante".

"Temos que nos afastar de todos aqueles mitos sobre envelhecimento. Muitas pessoas estão muito satisfeitas com o sono", disse.

No entanto, para o professor, perguntas subjetivas sobre sono podem resultar em respostas que dependem do humor do entrevistado.

"Se você está com raiva por não ter recebido um aumento de salário do seu chefe, por exemplo, sua percepção de qualidade do sono pode ser muito diferente de alguém que está satisfeito naquele momento", afirmou.

© 2010 Todos os direitos reservados. No ar desde 01/01/2010

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